Ibovespa começa a semana sob impacto do Focus, petróleo e cenário eleitoral
Mercado acompanha projeções para inflação e Selic, dados externos do Banco Central e preços do petróleo abaixo de US$ 100 por barril.
Mercado acompanha projeções para inflação e Selic, dados externos do Banco Central e preços do petróleo abaixo de US$ 100 por barril.
Índice terminou o período aos 183.476,86 pontos, enquanto ações de Magazine Luíza lideraram as altas e Natura teve a maior queda.
Índice fechou aos 183.476,86 pontos, pressionado pela queda da Petrobras e pela cautela dos investidores diante do cenário político.
Índice cai 0,23% nesta sexta-feira (25), enquanto Azzas 2154 lidera as altas e o dólar avança a R$ 5,1976.
IPCA-15 de setembro e pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial estão entre os principais pontos de atenção do mercado.
Índice recuou 0,99% em sessão marcada pela piora nos mercados emergentes, alta do petróleo e cautela com as eleições no Brasil.
Ibovespa cai 0,42%, enquanto Vamos lidera as altas; investidores acompanham cenário eleitoral e mercados internacionais.
Relatórios do Banco Central e do governo, pesquisa eleitoral e encontro entre Trump e Xi Jinping estão no radar dos mercados.
Bolsa brasileira acompanhou a piora no exterior, enquanto investidores avaliaram juros nos EUA, petróleo e pesquisas eleitorais.
Índice caiu para 186.721,7 pontos, enquanto a Vamos avançou 4,08% e acumulou alta superior a 27% no mês.
A ação PNA passou a negociar menos, enquanto credores pressionam por aporte da Petrobras e o UBS BB recomenda venda.
Pesquisa AtlasIntel pode aumentar a volatilidade dos ativos brasileiros, em meio à agenda de indicadores no Brasil, nos EUA e na Europa.
Índice cai nesta terça-feira (22), enquanto o mercado acompanha a ata do Copom, o discurso de Lula na ONU e os mercados internacionais.
Mercado acompanha os sinais para a Selic, a pesquisa Quaest, o petróleo e os discursos do Federal Reserve.
Índice fechou aos 186.595,60 pontos, apoiado pela busca por ativos de risco e pelas expectativas sobre a disputa presidencial.
Investidores estrangeiros retiraram R$ 689,61 milhões na sessão de quinta-feira (17), mas acumulam entrada de R$ 23,887 bilhões no ano.
Índice avança 0,67%, com C&A entre as maiores altas e Prio na liderança das quedas nesta segunda-feira (21).
Analistas veem espaço para a Bolsa avançar, mas alertam que pesquisas e decisões sobre juros podem ampliar as oscilações até a eleição de 2026.
Queda foi influenciada por ações da Vale, juros elevados no exterior e incertezas políticas e fiscais no Brasil.
Índice encerrou o pregão aos 185.229,17 pontos, enquanto investidores ajustaram posições antes do fim de semana.