Petróleo brasileiro e preços internacionais mantêm debate sobre combustíveis
A produção nacional atende ao consumo interno e gera excedentes, mas os preços seguem ligados às cotações internacionais.
A produção nacional atende ao consumo interno e gera excedentes, mas os preços seguem ligados às cotações internacionais.
Aumento anunciado para esta quinta-feira será compensado por subvenção econômica do governo com duração de 30 dias.
Preço efetivo para distribuidoras não muda com desconto ligado ao subsídio do governo, enquanto banco vê defasagem restante.
Índice voltou aos 185 mil pontos pressionado pela Petrobras e por declarações do presidente do Federal Reserve sobre a inflação.
Levantamento mostra que a cobertura mediana das dez maiores devedoras caiu para 1,13 vez em junho de 2026.
Banco reduziu o preço-alvo dos papéis e estima que a empresa precise diminuir a dívida líquida em até US$ 6,5 bilhões.
Ações da Petrobras avançaram com a alta do petróleo, enquanto investidores acompanharam o STF e aguardaram decisões do Fed e do Copom.
Papéis ordinários da Petrobras subiam 3,58% e os preferenciais avançavam 3,25% na tarde desta terça-feira (15).
Itaú BBA vê impacto na previsibilidade da governança e questiona possível reajuste de R$ 1,00 por litro no diesel.
Redução de tributos na gasolina e subsídio ao diesel devem ter efeitos diferentes sobre Petrobras, Vibra e Ipiranga.
Recuperação extrajudicial prevê negociação com credores, possível conversão de dívida em ações e apoio comercial da Petrobras.
Estatal reviu anúncio feito na noite anterior e informou que o efeito para as distribuidoras será uma redução de R$ 0,19 por litro.