Organograma apreendido em SP liga nome Mário à produtora de filme sobre Bolsonaro
Documento cita a Go Up e empresas ligadas à empresária Karina Ferreira da Gama em investigação sobre verbas públicas.
Documento cita a Go Up e empresas ligadas à empresária Karina Ferreira da Gama em investigação sobre verbas públicas.
Organograma apreendido pela Polícia Civil de São Paulo aponta um sócio não identificado na Go Up nos Estados Unidos.
Despacho reúne apurações sobre suposto desvio de recursos e cita possíveis vínculos com o PCC e pessoas ligadas a Mário Frias.
Registros mostram pagamentos de até R$ 36.857,35 feitos pela Go Up Entertainment entre agosto e novembro de 2025.
Decisão do ministro do STF cita fortes indícios de participação do deputado em suposta organização criminosa ligada a recursos públicos.
Ministro do STF relaciona investigação a recursos destinados ao filme sobre Jair Bolsonaro e a entidades ligadas a uma empresária.
Decisão reúne inquéritos sobre emendas, contratos e empresas suspeitas de formar um circuito de recursos públicos.
Decisão de Flávio Dino também impede contato entre os dois e alcança outras 27 pessoas investigadas na operação Make Up.
Ministro do STF convocou debate para 22 de setembro e proibiu deputado de deixar o país durante investigação da PF.
Instituto que recebeu emendas para projeto digital tinha endereço fiscal em uma loja de roupas em Guarulhos, segundo a PF.
Operação Make Up apura suspeitas contra Mário Frias e Karina Ferreira da Gama; armas registradas em nome do deputado também foram apreendidas.
Investigação da PF e da CGU analisa repasses ao Instituto Conhecer Brasil e transferência de R$ 750 mil para a Go Up Entertainment.
Investigação apura repasses ligados à produtora de “Dark Horse” e cumpre 49 mandados em quatro estados e no Distrito Federal.
Empresas receberam R$ 154 mil e R$ 115,6 mil do gabinete do deputado, segundo dados da Câmara dos Deputados.