MP cobra documentos sobre fiscalização de prédio que desabou na Penha
Duas promotorias pediram informações à Prefeitura de São Paulo sobre licenciamento, vistorias e situação dos imóveis atingidos.
Duas promotorias pediram informações à Prefeitura de São Paulo sobre licenciamento, vistorias e situação dos imóveis atingidos.
Depoimento à Controladoria do município relata rachaduras, falhas no projeto e negociação de reparos que não avançou.
Cristiano Vivaqua e Isis Brandão são investigados por seis mortes e por suspeitas de golpes contra compradores de imóveis.
Previsão indica tempo aberto e temperaturas de até 34°C entre este sábado e terça-feira na capital fluminense.
Shaira, de 7 anos, será enterrada na capital paulista; outras vítimas serão levadas para a Bolívia ou já foram sepultadas.
Construção da mesma empresa ligada ao desabamento que matou seis pessoas está parada desde o ano passado e será vistoriada pela prefeitura.
Medida envolve empreendimentos da New Home e da Hastiforme após desabamento que matou seis pessoas na Penha.
Viviane de Palma afirmou à Controladoria que não entrou no imóvel e não identificou sinais de risco estrutural durante a vistoria.
Familiares e amigos se reuniram diante da casa atingida; três pessoas foram presas temporariamente durante a investigação.
Viviane Rodrigues de Palma assinou documento que registrou demolição exigida para a nova obra na Penha, onde seis pessoas morreram.
Seis pessoas morreram e duas foram resgatadas com vida após a queda de um prédio em construção sobre uma casa.
Duas mulheres morreram no desabamento, e a Prefeitura de São Paulo diz que a construção havia recebido autorização em 2023.