Ibovespa acompanha juros opostos no Brasil e nos EUA nesta quinta-feira
Mercado deve reagir ao corte da Selic, à alta dos juros americanos, à queda do petróleo e a novos indicadores econômicos.
Mercado deve reagir ao corte da Selic, à alta dos juros americanos, à queda do petróleo e a novos indicadores econômicos.
Comunicado do Copom reconheceu desaceleração da atividade e da inflação, mas não indicou se haverá novas reduções ainda em 2026.
Fiemg considera os juros ainda restritivos, enquanto a CDL/BH vê melhora no ambiente para comércio e serviços.
Com juros ainda altos, especialistas recomendam preservar pós-fixados e diversificar com títulos prefixados, IPCA+ e ações, com cautela.
Economistas veem espaço para mais um corte de 0,25 ponto percentual, apesar da pressão externa por juros maiores.
Copom tende a reduzir a Selic, enquanto Fed pode elevar os juros; comunicados serão decisivos para o mercado.
Copom deve reduzir a Selic, enquanto o Fed pode elevar os juros; dados econômicos também estão no radar dos investidores.
Fernando Honorato afirmou que a queda dos juros tende a ser gradual, apesar da expectativa de novos cortes pelo Copom.
Comitê do Banco Central avalia nesta terça-feira a taxa básica de juros, atualmente em 14% ao ano.
Pesquisa mostra mais confiança dos gestores da América Latina, mas incerteza eleitoral ainda limita a compra de ações.
Equatorial, Axia, Motiva, Ecorodovias e Allos estão entre as empresas preferidas pelo banco em um cenário de juros menores.
Mercado acompanha a decisão sobre a Selic, dados da China e dos Estados Unidos e os efeitos da pesquisa Datafolha.
Taxas dos títulos públicos caem nesta sexta-feira (11), com deflação maior que a prevista e expectativa de corte da Selic.
Banco elevou a classificação do Brasil e passou a priorizar empresas mais sensíveis à queda dos juros, mantendo posição neutra em Vale e Petrobras.
Estimativa para o IPCA caiu de 5,01% para 5%; projeção segue acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional.
Semana teve decisões do Banco Central, mudanças nas recomendações de investimentos e novos capítulos em casos envolvendo empresas do setor.