Dallagnol recupera Instagram, mas mantém campanha suspensa pelo TSE
Juíza auxiliar do TRE-PR liberou o perfil do candidato ao Senado, que segue impedido de realizar atos de campanha por decisão do TSE.
Juíza auxiliar do TRE-PR liberou o perfil do candidato ao Senado, que segue impedido de realizar atos de campanha por decisão do TSE.
Desembargador reconheceu ambiguidade na fala sobre a prisão de Bolsonaro, mas não viu ilegalidade manifesta para ordenar a remoção imediata.
Alexandre de Moraes cassou três liminares do TRE-PR que impediam a veiculação de peças da candidata ao Senado.
Liminar determina que a Meta retire o vídeo do ar e proíbe novos impulsionamentos pagos com participação direta de Deltan Dallagnol.
Decisão dá prazo de um dia e cita suspensão anterior do TSE sobre atos de campanha do candidato ao Senado pelo Paraná.
Político tem um dia para apagar conteúdos de campanha ou desativar o perfil, após denúncia apresentada pelo aplicativo Pardal.
Decisão envolve material feito com inteligência artificial e ocorre após multa aplicada pelo TRE-PR por anúncios pagos com ofensas.
Filipe Barros não poderá contratar, manter ou renovar anúncios pagos com participação direta de Deltan em atos de campanha.
Tribunal Superior Eleitoral vai analisar recurso após TRE-PR aprovar candidatura por quatro votos a três; não há data para julgamento.
Decisão também determina direito de resposta ao governador e multa de R$ 5 mil por nova veiculação da afirmação.
Decisão determina retirada da propaganda e prevê multa de R$ 5 mil por veiculação; Ratinho Júnior terá direito de resposta de um minuto.
Decisão aponta montagem com resposta fora de contexto e fixa prazo de 24 horas para remoção nas redes sociais.
Recurso ao TSE será apresentado após o TRE-PR aceitar o registro; eventual inelegibilidade depois de 4 de outubro anularia os votos.
Por 4 a 3, tribunal rejeitou a tese de inelegibilidade e puniu o candidato pela inclusão de dados fiscais e bancários de Cristiano Zanin.
Ministro do STF solicitou que sejam responsabilizados os envolvidos na divulgação de documentos anexados à candidatura de Deltan Dallagnol.
Decisão considerou que, como a votação para o STF é secreta, a afirmação não configura fato sabidamente inverídico.
Decisão foi tomada no mesmo dia em que o tribunal confirmou a elegibilidade do candidato ao Senado pelo Novo.
Tribunal determinou que candidato ao Senado pelo Paraná se manifeste em 24 horas e enviou o caso ao Ministério Público.
Partido afirma que palestras em cidades do Paraná deram exposição política antecipada a Sérgio Moro e pede apuração de gastos e possível cassação.
Deputado deverá pagar R$ 15 mil por três vídeos impulsionados pelo PL do Paraná durante a pré-campanha ao Senado.