TSE ordena remoção de vídeo de Filipe Barros contra Gleisi Hoffmann
Ministro determinou que conteúdo com imagens geradas por inteligência artificial seja retirado do Instagram e do Facebook em 24 horas.
Ministro determinou que conteúdo com imagens geradas por inteligência artificial seja retirado do Instagram e do Facebook em 24 horas.
Alexandre de Moraes cassou três liminares do TRE-PR que impediam a veiculação de peças da candidata ao Senado.
Candidato do PL ao Senado pelo Paraná gastou R$ 37,5 mil em anúncios contra o presidente entre 1º e 21 de setembro.
Decisão liminar determinou a exclusão de conteúdos considerados ofensivos contra Susana Lacerda, da 4ª Promotoria de Justiça de Londrina.
Relatório afirma que deputado repassou documentos sigilosos a Jair Bolsonaro após solicitar acesso para relatar a PEC do voto impresso.
Documento pede apuração de possível crime contra a soberania nacional por articulações ligadas a sanções dos Estados Unidos.
Publicações de 2021 mostram que o deputado atribuiu ao ex-juiz e ao ex-promotor responsabilidade pelo desgaste da Lava Jato.
Filipe Barros não poderá contratar, manter ou renovar anúncios pagos com participação direta de Deltan em atos de campanha.
Em 2021, deputado federal fez críticas públicas aos aliados e associou os dois ao chamado lavajatismo.
Documento entregue ao STF cita reuniões nos Estados Unidos e possível pressão por sanções contra o ministro Alexandre de Moraes.
Relatório afirma que deputado recebeu documentos sigilosos sobre ataque hacker ao TSE e repassou o conteúdo ao então presidente.
Filipe Barros chamou Susana Lacerda de “desequilibrada” após ela encaminhar notícia-crime contra ele à Procuradoria-Geral da República.
Deputado paranaense voltou a defender a versão de Flávio Bolsonaro sobre os recursos destinados ao filme Dark Horse.
Filipe Barros confirmou repasses ao hospital, que teve valores bloqueados por falta de transparência e depois liberados por Flávio Dino.
Alexandre de Moraes determinou que uma notícia-crime contra o deputado seja analisada no mesmo inquérito, sem torná-lo investigado.
Filipe Barros solicitou ao Ministério da Justiça e a Minas Gerais medidas para preservar a segurança de Marcos Roberto Correia da Silva.
Deputado paranaense classificou o golpe de 1964 como uma reação contra uma suposta ditadura comunista no Brasil.
Deputado paranaense retirou o texto de tramitação após o caso envolvendo Ciro Nogueira e o Banco Master ganhar repercussão.
Postagens do deputado contra o senador e a Lava Jato voltaram a circular durante a formação política para as eleições de 2026.
Deputado que atacou Moro e a Lava Jato em 2021 agora apoia a candidatura do senador ao governo do Paraná.